domingo, 1 de março de 2015

Rodas de Leitura As aventuras da escrita (março a maio de 2015)

Rodas de Leitura
Ciclo: As aventuras da escrita

Tema 4: As aventuras da escrita

Atenção: As rodas de leitura realizadas no Espaço 308 (Rua Paschoalina Migliorini, 121) serão realizadas das 9h30 às 11h30

Março de 2015
Espaço 308: 14 (sábado) às 9h30
Espaço Novo Mundo: 17 (3a.feira) às 19h


REZENDE, Maria Valéria
Quarenta dias 
Rio de Janeiro, Alfaguara, 2014. 248p.

“Quarenta dias no deserto, quarenta anos.” É o que diz (ou escreve) Alice, a narradora de Quarenta dias, romance magistral de Maria Valéria Rezende, ao anotar num caderno escolar pautado, com a imagem da boneca Barbie na capa, seu mergulho gradual em dias de desespero, perdida numa periferia empobrecida que ela não conhece, à procura de um rapaz que ela não sabe ao certo se existe.
Alice é uma professora aposentada, que mantinha uma vida pacata em João Pessoa até ser obrigada pela filha a deixar tudo para trás e se mudar a Porto Alegre. Mas uma reviravolta familiar a deixa abandonada à própria sorte, numa cidade que lhe é estranha, e impossibilitada de voltar ao antigo lar. Ao saber que Cícero Araújo, filho de uma conhecida da Paraíba, desapareceu em algum lugar dali, ela se lança numa busca frenética, que a levará às raias da insanidade. “Eu não contava mais horas nem dias”, escreve Alice em Quarenta dias, um relato emocional e profundo. “Guiavam-me o amanhecer e o entardecer, a chuva, o frio, o sol, a fome que se resolvia com qualquer coisa, não mais de dez reais por dia (...) Onde andaria o filho de Socorro?, a que bando estranho se havia juntado, em que praça ficara esquecido?”

Abril de 2015
Espaço 308: 11 (sábado) 9h30
Espaço Novo Mundo: 14 (3a.feira) 19h





Gaarder, Joosten. 
O dia do curinga
São Paulo, Companhia de Bolso. 2007. 344p.

"Você já pensou que num baralho existem muitas cartas de copas e de ouros, outras tantas de espadas e de paus, mas que existe apenas um curinga?", pergunta à sua mãe certa vez a jovem protagonista de O mundo de Sofia.
Esse é o ponto de partida deste outro livro de Jostein Gaarder: a história de um garoto chamado Hans-Thomas e seu pai, que cruzam a Europa, da Noruega à Grécia, à procura da mulher que os deixou oito anos antes. No meio da viagem, um livro misterioso desencadeia uma narrativa paralela, em que mitos gregos, maldições de família, náufragos e cartas de baralho que ganham vida transformam a viagem de Hans-Thomas numa autêntica iniciação à busca do conhecimento - ou à filosofia.O dia do Curinga é a história de muitas viagens fantásticas que se entrelaçam numa viagem única e ainda mais fantástica - e que só pode ser feita por um grande aventureiro: o leitor.


Maio de 2015
Espaço 308: 09 (sábado) 9h30
Espaço Novo Mundo: 12 (3a.feira) 19h



WINCHESTER, Simon
O professor e o louco: uma história de assassinato e loucura durante a elaboração do dicionário Oxford
São Paulo, Companhia de Bolso, 2009. 240p.

No século XVIII, época de descobertas científicas e de expansão dos ideais iluministas, a Inglaterra encontrava-se extremamente atrasada nos estudos da própria língua. Enquanto França, Itália e Alemanha já possuíam livros e instituições dedicados à filologia, autores como Daniel Defoe e Jonathan Swift eram obrigados a se virar sem um dicionário que fixasse a língua inglesa. Obras como o maravilhoso A dictionary of the English language (1755), de Samuel Johnson, vieram suprir a falta prolongada desde os tempos de Shakespeare, que no século XVI teve de escrever suas peças sem um único livro ao qual pudesse recorrer para consultar a grafia ou o significado de uma palavra. 
Mas foi apenas no ano de 1857, em plena era vitoriana, que a ideia de um dicionário que abrangesse a língua inglesa como um todo, desde a preposição mais corriqueira até o substantivo mais longo e obscuro, veio à tona. Partindo de alguns preceitos já usados por Johnson, o New English Dictionary - futuro Oxford English Dictionary - usaria citações (literárias ou não) para ilustrar o sentido, a origem e as mudanças sofridas ao longo do tempo no significado de todas as palavras anglo-saxônicas. 
O uso de voluntários para empreender tamanho projeto foi uma iniciativa necessária e inovadora em sua época, e foi também o que permitiu o encontro de duas figuras fascinantes: o filólogo autodidata James Murray, irlandês de origem humilde, que dedicou quarenta anos à edição do OED, e o americano de família rica e tradicional, William Chester Minor, médico promissor e dedicado que teve de passar a maior parte da vida entre os muros de um hospital psiquiátrico e de lá foi um dos colaboradores mais profícuos e eruditos do dicionário. 
Com uma prosa simples e apaixonada, de quem descobre com o leitor a profusão de histórias que existe por trás dos setenta anos da elaboração do OED, Simon Winchester mergulha na vida desses dois personagens profundamente ligados àquele que é um dos maiores e mais importantes dicionários de todos os tempos.



sábado, 28 de fevereiro de 2015

Figueira em Cidade Jardim Cumbica


Olá, queridos leitores!
Achei esta figueira num dia lindo de fevereiro e fiquei encantada. Um presente.
Hello dear readers!
I found this fig tree in a walk in a beautiful February day. I was enchanted because it was a gift to me.
Enjoy it!







Um Papai Noel esquecido nos ramos da figueira, em pleno Fevereiro!
A Santa toy forgotten in the fig tree branches in February!










quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Grupo de estudos de costuras aparentes na ABER




O objetivo dos encontros é aprofundar a reflexão e a prática das estruturas de encadernação com costuras aparentes, sem uso de cola, tendo como ponto de partida o livro Exposed Spine Sewings, v.3, escrito por Keith Smith.
Os encontros são destinados a encadernadores, ex-alunos dos cursos de costuras aparentes, professores de encadernação e interessados em geral com conhecimento prévio na área.
Data: 07 de março a 13 de junho de 2015
Professores: Estela Vilela e Lincon Shibukawa
Dia da semana: Sábado
Horário: 14h30 às 17h30
Pré-requisito: Ter conhecimento na área de encadernação
Material: deve ser levado pelo participante
Investimento: R$40,00 (não sócios)
Mais informações, ligue para 11 5579-6200 ou acesse www.aber.org.br


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Oficina de ilustração na literatura infantojuvenil com Lucia Hiratsuka


Como as letrinhas do cartaz estão pequenas, repito os dados:

Datas da oficina: 12, 19 e 26 de março, às quintas-feiras

Horário: 19h às 22h
15 vagas gratuitas

Inscrições pelo telefone: 11 3862-1925

ou pelo email: contato@funcadi.com.br

Casa de Cultura Carlos e Diva Pinho

Rua Almirante Pereira Guimarães, 314 - Pacaembu - São Paulo - SP

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Papel texturizado / Paste paper


Olá, queridos leitores!
Agora que os dias de verão já não estão tão insuportavelmente quentes, consegui voltar a ser produtiva. Consegui aprender a fazer papel pintado texturizado.
Minha grande inspiração é PrairiePeasant, uma artesã canadense.
Confira seus lindos trabalhos em:

Hello dear readers!
Now that the sunny days aren't so horrible anymore, I started to be useful again. I even learnt to make paste paper!
My great inspiration is PrairiePeasant, a Canadian crafter.
Check her beautiful pasted papers in:

http://prairiepeasant.blogspot.com.br/2013/12/paste-paper-fun.html
http://prairiepeasant.blogspot.com.br/2014/02/more-paste-papers-in-action.html

Ainda estou aprendendo e eu me divirto bastante pintando estes papeis.
I am still learning and having too much fun painting these papers.


Para tanto uso tintas acrílicas e um preparado de CMC (carboximetilcelulose) diluída em água.
Na foto abaixo, uso um pouco de tinta metalizada pura para dar um efeito perolado ao papel pintado.
I use a mix of achrylic paints and CMC diluted in water.
I the picture below, I use a little of  pure silver paint  in order to get a pearl effect to the pasted paper.



Com a tinta ainda molhada, faço as texturas com o garfo de plástico
With the colored paste still wet, I make the textures with the plastic fork.


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Reunião de contadores de histórias, fevereiro de 2015

http://www.rmstory.org/blog/2013/10/23/colorado-storytelling-news-october-2013/ acesso em 05.02.2015

Olá, queridos leitores!
Vejam como as coisas funcionam: encontrei a Makiyama no Espaço Troca Livros da Biblioteca Monteiro Lobato após alguns meses de hiato e já combinamos uma reunião de contadores, pertinho da casa dela, nos arredores da Vila Galvão, no dia 24  de fevereiro, por volta das 19h. Caso você queira conhecer ou participar, comunique-se comigo ou com a Makiyama. Leve uma história para contar, um pratinho de comida e vamos passar uma noite crescendo como contadores de histórias.

ATENÇÃO: Descobri que em 24 de fevereiro tenho Roda de Leitura no Espaço Novo Mundo. Vamos discutir o livro A última quimera, da Ana Miranda.

Logo, a reunião de contadores de histórias será em 03 de março de 2015.